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Doenças da Pele

Herpes genital 2

O que desencadeia as reativações?

A reativação ocorre quando o vírus se multiplica no gânglio neural e as partículas virais migram pelo nervo para o local da infecção primária na pele ou nas mucosas (bucal ou genital).

Os fatores que desencadeiam esta reativação variam de pessoa para pessoa. Entre eles estão o esgotamento físico, outros processos infecciosos, menstruação, ingestão excessiva de álcool, exposição solar intensa, condições que debilitem o sistema imune e estresse emocional.

A fricção ou traumatismos repetidos no local da lesão como, por exemplo, durante a relação sexual, também podem levar ao surgimento de reativações em algumas pessoas.

A transmissão da doença

Geralmente a transmissão ocorre quando a doença está ativa. Durante um episódio de herpes, genital ou extra-genital, a infecção pode ser transmitida desde o início do surto até a cicatrização da última ferida. As lesões faciais também podem ser transmitidas para a área genital pela prática do sexo oral.

No entanto, a infecção também pode ser transmitida mesmo quando não existem sintomas, durante períodos em que há a eliminação de vírus sem lesões aparentes. Estes períodos não podem ser previstos mas podem ocorrer ocasionalmente.

Para diminuir os riscos de transmissão do herpes genital durante deve-se evitar manter relações sexuais quando houver sinais e sintomas da doença ou utilizando-se preservativos (camisinha).

Primeiro surto sem contato sexual recente. Como pode?

Pode acontecer de um parceiro de uma relação prolongada apresentar pela primeira vez um surto de herpes genital mesmo sem ter tido contato sexual com alguém de fora da relação. Isto ocorre porque um ou ambos os parceiros já eram portadores do vírus sem, no entanto, apresentar sintomas.

Em um momento de baixa imunitária, por um dos fatores já discutidos acima, o vírus pode ganhar força e desencadear o processo de multiplicação, provocando o surgimento do herpes pela primeira vez sem, necessariamente, ter havido a transmissão recente por outra pessoa.

Confirmação do diagnóstico

As lesões do herpes costumam ser bem características e, se o paciente procura o médico com as lesões em sua fase ativa, o diagnóstico pode ser feito através da colheita da história e pelo exame físico, principalmente se estiverem presentes as bolhas ainda íntegras.

A confirmação do diagnóstico pode ser feita através do exame laboratorial de material colhido das bolhas (ideal) ou das feridas, quando se comprova a presença do vírus herpes simples nas lesões.

A detecção de anticorpos contra o herpes através de exame de sangue não é suficiente, pois não pode definir o local da infecção pelo vírus, mas pode auxiliar quando já existe a suspeita do diagnóstico. Se o exame de sangue for positivo, o médico pode solicitar a coleta de material quando surgirem novas lesões para a confirmação do diagnóstico.

Continua...

Saiba como o herpes afeta a saúde em geral, os relacionamentos (devo contar?), cuidados durante a gravidez e o tratamento.

Colaboração: Dr. Roberto Barbosa Lima - Dermatologista


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